A pauta desta semana nos meios de comunicação foi a troca de acusações entre Rede Globo e Record. Esta alega que a emissora de Roberto Marinho é acusada de manter a manipulação da informação e o monopólio da mídia.
Já o outro canal mostrou denúncias do Ministério Público contra a Igreja Universal, alegando que a instituição usava dinheiro de fiéis de forma ilegal. A briga saiu dos bastidores e foi para a televisão. Cada matéria dos telejornais das duas emissoras atacava uma a outra, diretamente ou indiretamente. Foi uma guerra de vaidades de grandes dimensões.
Tanto a Globo, quanto a Rede Record querem passar uma imagem de paladinas da justiça e de mídia séria. Essa postura chega a ser patética e, em alguns momentos, lamentável. É o sujo falando do mal lavado. Será que a Record “esqueceu” dos processos que a jornalista da Folha de S. Paulo, Elvira Lobato, sofreu dos fiéis da Igreja Universal, como uma clara tentativa de censura? A resposta: não.
Ninguém ganha nada com essa guerra: nem as emissoras e menos ainda, os telespectadores. Porque fazer matérias de seis a 10 minutos, apenas para ataques pessoais, é realmente irrelevante, quando coisas piores acontecem em nosso país e que nem sempre são mostradas pelos meios de comunicação.
